
Pelo mistério do Verbo Encarnado,
nova luz da vossa glória brilhou sobre nós,
para que, contemplando a Deus visível aos nossos olhos,
aprendamos a amar o que é invisível.
do Verbo Encarnado se esclarece o mistério do homem
o sentido do acontecimento é sempre o mesmo: a salvação do mundo não vem do homem, da sua própria força; é preciso que o homem a acolha e apenas a pode receber como um dom gratuito.
Papa Bento XVI
A alegria cristã não está dependente do capricho dos nossos estados de alma ou da maneira como corre a nossa vida.
abençoai..
abençoai e santificai..
abençoai, santificai e consagrai!
ou
louvar...
louvar e bendizer...
louvar, bendizer e glorificar!
um dia gostava de subir esta escada..
o essencial é invisível aos olhos,
só se vê bem com o coração!
a amizade é como que um sacramento!
Neste dia da dedicação da Igreja de Nossa Senhora, construída junto ao templo de Jerusalém, celebramos, juntamente com os cristãos do Oriente, aquela dedicação que Maria fez de si mesma a Deus, logo desde a infância, movida pelo Espírito Santo, de cuja graça tinha sido repleta na sua Imaculada Conceição.
(...) Quanto mais longe se estende um reino, mais ele abarca a universalidade do género humano, mais – é incontestável – os homens tomam consciência do elo mútuo que os une. (...) Se o reino de Cristo se estendesse, como ele de facto se estende, a todos os homens, porquê perder a esperança nesta paz que o Rei pacífico veio trazer à terra? Ele veio “reconciliar Consigo todas as coisas” (Col 1,20); “ele não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20,28). “Chefe de todas as coisas que há no céu e na terra” (Ef 1,20), Ele próprio deu o exemplo da humildade e fez da humildade, juntamente com o preceito da caridade, a sua lei principal. Disse ainda: “O meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11,30).
Pio XI (papa de 1922 a 1939) Encíclica Quas Prima, 1925
levante-se a arguida!
e não é isso o que se pretende com a sanção? que lhe cause sofrimento a si e aos que a rodeiam?
... ou vai dizer-me que é a reinserção…?!
Sôtora, tem mais alguma coisa a dizer?
... se tiver, ainda vou a tempo?
... tive medo ...
não tenhais medo de vos dar a Cristo! Ele não tira nada, dá tudo
"Salve Rainha" te repetimos nós, hoje, porque esperamos que nos conduzas a Cristo, fonte da Vida, porque te pedimos que nos ensines a amar com a simplicidade e radicalidade com que o teu coração de mulher se abriu ao amor, porque queremos confiar em Ti, deixar-nos atrair por Ti, porque nos abandonamos à Tua ternura maternal.
Deixando às almas grandes, às grandes inteligências, os belos livros que não posso compreender, e ainda menos pôr em prática, regozijo-me por ser pequenina.
Sta Teresinha, carta 226 ao P. Roulland
Quem a busca desde a aurora não se fatigará, pois há-de encontrá-la sentada à sua porta.Livro da Sabedoria
Novembro, mês do Rei
a barca vai lenta para que eu possa entrar.. mas com a esperança de chegar
« L’amour est inséparable de l’imitation. Quiconque aime veut imiter : c’est le secret de ma vie. J’ai perdu mon cœur pour ce Jésus de Nazareth crucifié il y a 1.900 ans et je passe ma vie à le chercher et à l’imiter » .
« Il ne nous est pas possible de l’aimer sans l’imiter, de l’aimer sans vouloir être ce qu’il fut, faire ce qu’il fit, souffrir et mourir dans les tourments, il ne nous est pas possible de l’aimer et de vouloir être couronné de roses quand il l’a été d’épines »
Vivre d'Amour, c'est garder en soi-même Un grand trésor en un vase mortel Mon
Bien-Aimé, ma faiblesse est extrême Ah je suis loin d'être un ange du ciel !...
Mais si je tombe à chaque heure qui passe Me relevant tu viens à mon
secours, A chaque instant tu me donnes ta grâce Je vis d'Amour.
He was very admired indeed. "He is as beautiful as a weathercock," remarked one of the Town Councillors who wished to gain a reputation for having artistic tastes; "only not quite so useful," he added, fearing lest people should think him unpractical, wich he really was not.
Wilde, Oscar in The Happy Prince and Other Stories
"Não! é indispensável evitar que a nossa união nada nos ensine para
amanhã. É preciso que nós dois reconheçamos, ela e eu, que o nosso amor vai a
ponto de darmos as mãos para nos despedirmos como amigos até à morte. Dois
verdadeiros amigos que se enganaram e começaram erradamente por serem amantes... "
Embaralhou-se tudo na cabeça e no coração. Não queria nada por
causa dela. Saber o que queria, mostrar que tinha força, ser homem, era tudo por
causa dele e nada por causa dela. Por conseguinte, a sua intimidade para com ela
era desumana: aprendia com ela a ser homem, a ter força, a saber o que queria,
para ir escolher outra mulher! ao passo que a Judite aprendia com ele a saber
estar com ele e não para ir depois melhor para a companhia de outro.
A Judite virou mais o corpo para ficar bem de frente para o
Antunes. Sem olhar para o maço de notas, fixou os olhos de perto nos de Antunes
e disse-lhe, como se estivesse escrito nos livros:
- Luís, tu não gostas de mim!
Mas a vista era o melhor do quarto. Daquela água-furtada seguia-se
o Tejo por aí acima, desde o mar até perder-se à esquerda. (...) Mas o
verdadeiro merecimento deste novo quarto para o Antunes consistia em que tudo o
que a ele tinha acontecido até esta água-furtada era para rasgar.
(...) Não se espere porém que Olga Roriz nos proponha uma narrativa linear, tendo antes optado por uma leitura estilhaçada, com uma multiplicação das personagens e dos pontos de vista, procurando alcançar um clima onírico violento (...).Inês de Castro
Antes do fim do mundo, despertar,Sem D. Pedro sentir,
E dizer às donzelas que o luar
E o aceno do amado que há-de vir...
E mostrar-lhe que o amor contrariado
Triunfa até da própria sepultura:
O amante, mais terno e apaixonado,
Ergue a noiva caída à sua altura.
E pedir-lhes, depois fidelidade humana
Ao mito do poeta, à linda Inês...
À eterna Julieta castelhana
Do Romeu português.
Miguel Torga
... tenho saudades dos tempos violentos que nunca vivi.
Karl Schmidt-Rottluff, Drei Frauen am Meer, 1919, Öl auf Leinwand
1. Medieval Românico
Mosteiro
Senhor, queria entrar
Na casa onde Tu estás
Sempre à espera de dar
O Teu peito para repousar.
Pelo silêncio da Paz
Pelo silêncio do lugar
Senhor onde Tu estás
Deixa-me também entrar.
____
Maria Laach fica à beira de um lago com este nome.
Mosteiro beneditino que já passou por muitas mãos
O mais bonito? O silêncio da capela do Santíssimo
A riqueza do baldaquino sobre o altar.
Ficam as fotos.
"Entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe.
Prostrando-se, adoraram-n'O" Queridos amigos, esta não é uma história distante,
que se verificou há muito tempo. Ela é presença. Aqui na hóstia sagrada Ele está
diante de nós e no meio de nós. Como então, vela-se misteriosamente num santo
silêncio e, como então, precisamente assim revela o verdadeiro rosto de Deus.
Ele fez-se para nós grão de trigo que cai na terra e morre para dar muito fruto
até ao fim do mundo. Ele está presente como naquela época estava presente em
Belém. Convida-nos para aquela peregrinação interior que se chama adoração.
Coloquemo-nos agora a caminho para esta peregrinação e peçamos-Lhe que nos guie.
in Discurso da Vigília em
Marienfeld
Nós próprios devemos tornar-nos Corpo de Cristo, seus
consaguíneos. Todos comemos o único pão, mas isto significa que entre nós nos
tornamos uma só coisa. A adoração, dissémos, torna-se união. Deus já não está só
diante de nós, como o Totalmente Outro. Está dentro de nós, e nós estamos n'Ele.
A sua dinâmica penetra-nos e de nós deseja propagar-se aos outros e difundir-se
em todo o mundo, para que o seu amor se torne realmente a medida dominante do
mundo
in Homilia da Missa em Marienfeld
Face ao incremento da complexidade, precisamos, mais do que nunca, de um
pensamento simplificador; mas que não seja mutilante.
Edgar Morin
O objectivo do meu pontificado não é cumprir a minha vontade, não é impor as minhas ideias, mas ouvir, em conjunto com toda a Igreja, o mundo e a vontade do Senhor
in www.agencia.ecclesia.pt
______
Se eu conhecesse o dom que Deus tem para dar e Quem é que me diz: 'dá-Me de beber'..
Ricardo Reis
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
14-2-1933
Uma gota
Mafalda Veiga
Eu sinto os teus passos
Na escuridão
Pressinto o teu corpo
No ar, aqui
E vou como se o mundo todo fosse
Sugado pra dentro de ti
E não houvesse nada a fazer
Senão deixar-me ir
Pressinto os teus gestos
Quando não estás
Procuro os teus sonhos
Perdidos
E hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui
Não importa
Se às vezes tudo é breve como um sopro
Não importa se for uma gota
De loucura
Que faça oscilar o teu mundo
E desfaça a fronteira
Entre a lua e o sol
Se um gesto cair assim
Despedaçado
Se eu não souber
Recolher a dor
Se te esperar a céu aberto
Onde se esconde
O que tu és que eu também sou
É que hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui
Porque os mares antigos são a Distância Absoluta
O Puro Longe, liberto do peso do actual
Leitura da Epístola aos Hebreus
Irmãos:
Estando nós rodeados de tão grande número de testemunhas,
ponhamos de parte todo o fardo e pecado que nos cerca
e corramos com perseverança para o combate
que se apresenta diante de nós,
fixando os olhos em Jesus,
guia da nossa fé e autor da sua perfeição.
Renunciando à alegria que tinha ao seu alcance,
Ele suportou a cruz, desprezando a sua ignomínia,
e está sentado à direita do trono de Deus.
Pensai n’Aquele que suportou contra Si
tão grande hostilidade da parte dos pecadores,
para não vos deixardes abater pelo desânimo.
Vós ainda não resististes até ao sangue,
na luta contra o pecado.
Hebr 12, 1-4
We have a map of the piano
Mum
Please don't flow so fast
You little mountain hum
I'll take a bottle down to you
Please don't flow this fast
You hold a little hum
I'll bottow sounds of me for you
Please don't flow so fast
You little mountain din
I'll bottow piano sounds from you
Please don't flow so fast
You little mountain noise
I'll close my eyes and bite your tongue
Comentário ao Evangelho do dia feito por
Venerável Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e missionário no Saará
Meditação 194 sobre os Evangelhos
“Vai para tua casa, para perto dos teus;
anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti”
Assim que desejamos seguir Jesus, não nos surpreendamos se Ele não o permite imediatamente, ou mesmo se ele não o permite nunca... Com efeito, ele vê mais longe do que nós; ele quer, não somente o nosso bem, mas o bem de todos...
Seguramente partilhar a sua vida, com e como os apóstolos, é um bem e uma graça, e devemos sempre esforçarmo-nos por nos aproximar desta imitação da sua vida. Mas... a verdade, a única perfeição, não é levar este ou aquele estilo de vida, é fazer a vontade de Deus; é levar o género de vida que Deus quer, onde ele quer, e levá-lo como ele próprio o teria levado... Quando ele deixa a escolha a nós próprios, então sim, procuremos segui-lo passo a passo o mais exactamente possível, partilhar a sua vida tal como ela foi, como o fizeram os seus apóstolos durante a sua vida e depois da sua morte: o amor leva-nos a esta imitação... Quando a sua vontade nos quiser algures, vamos onde ele quiser, levemos o género de vida que a sua vontade nos designar, mas em qualquer lugar aproximemo-nos dele com todas as nossas forças e sejamos em todos os estados, em todas as condições, como ele próprio seria se ele tivesse sido conduzido aí, se a vontade do seu Pai o tivesse aí colocado como nos colocou a nós.
http://www.evangelhoquotidiano.org
Casca
Toranja
Continuamos a tratar da casca
Continuamos a moldar a casca
Continuamos a remar de costas
E a provar águas quase mortas
E a viver ruas já pisadas
E a levar pedras já usadas
Num saco meio roto
Num saco meio morto
Tentamos não manchar a casca
Para fazer brilhar a casca
Tentamos não parar de costas
Tentamos não falhar respostas
Que nunca nos vejam de fora!!
É para nós que o mundo adora
Passos de dança no chão
É para nós que os olhos olham.
Tentamos disfarçar demónios
Por medo desviamos olhos
Por fuga apagamos fogos
Por escudos renascemos novos
Sem rasto esquecemos lábios
Altivos, rastejamos, sábios
Cada vez mais fundo
No buraco do mundo
Com força agarra-se a casca
Que é só o que nos resta
Que o mastro derreteu
Mais tudo encolheu
Quisemos testar barreiras
E construímos teias
Difíceis de romper
E aqui ficamos presos
...na casca.
Casca é tempo que dói
É janela fechada que estilhaça
quando se olha para trás..
Vento é o que bate na cara
É só largar a casca!!
Não se olha para trás!
Lado (a lado)
Mafalda Veiga
Há gente que espera de olhar vazio
Na chuva, no frio, encostada ao mundo
A quem nada espanta
Nenhum gesto
Nem raiva ou protesto
Nem que o sol se vá perdendo lá ao fundo
Há restos de amor e de solidão
Na pele, no chão, na rua inquieta
Os dias são iguais já sem saudade
Nem vontade
Aprendendo a não querer mais do que o que resta
E a sonhar de olhos abertos
Nas paragens, nos desertos
A esperar de olhos fechados
Sem imagens de outros lados
A sonhar de olhos abertos
Sem viagens e regressos
Outro dia lado a lado
Há gente nas ruas que adormece
Que se esquece enquanto a noite vem
É gente que aprendeu que nada urge
Nada surge
Porque os dias são viagens de nínguém
A sonhar de olhos abertos
Nas paragens, nos desertos
A esperar de olhos fechados
Sem imagens de outros lados
A sonhar de olhos abertos
Sem viagens e regressos
A esperar de olhos fechados
Outro dia lado a lado
Aprende-se a calar a dor
A tremura, o rubor
O que sobra de paixão
Aprende-se a conter o gesto
A raiva, o protesto
E há um dia em que a alma
Nos rebenta nas mãos
Escuro e luar
Mafalda Veiga
Feitos de chão, de chuva e sonho
fora do tempo
despedaçado o que fica de nós
nas batalhas sentidas cá dentro
por isso é que eu sigo esse brilho da noite
que é estrela ou chama
olhar ou mar
e vou procurar essa luz
mas só quero lá chegar contigo
feitos de tempo em mil pedaços
de escuro e luar
há uma noite que é escolhida pra ser
essa noite que se há-de guardar
por isso é que eu sigo esse brilho ou calor
que é estrela ou chama
ou tu em mim
e vou pra poder descobrir
quem é que ainda sou contigo
dispo o cansaço e recomeço
mais uma vez
há um sorriso que nos salva do frio
e recolhe o que a vida desfez
se me desarmo noutro feitiço
num outro olhar
há um abrigo que não deixa morrer
quem nós somos e o que temos pra dar
por isso é que eu sigo esse brilho da noite
que és tu em mim
ou quem eu fui
e vou pra poder descobrir
quem é que ainda sou contigo
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
(...)
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
_____
amanhã é um daqueles dias,
um pouco distantes
que dispensava no currículo.
amanhã será uma daquelas conversas que não quero pensar
vou levantar-me
ou pelo menos gostava de levantar-me
vou levantar-me e olhar o mundo alheio
não com incredulidade mas como quem não quer pensar
não quer arriscar
não quer pensar no que pode ou não dizer
no que pode ou não fazer para conquistar o mundo
se calhar é só uma questão de paixão
não de necessidade
mas do desejo "que é o que permanece quando as necessidades estão resolvidas"
do desejo de ao menos saber o que desejo
que tolice!
eu não sonhei que conquistei o mundo
e nem quero conquistá-lo
talvez até seja fácil fazê-lo, àqueles que parecem ter sempre sucesso
antes quero a verdade do chocolate
não comer mas saborear
não deter-me no papel de estanho (que é só embrulho)
mas perceber a textura, o aroma, o sabor
...
não a necessidade mas o desejo
amanhã é outro dia
... e o céu há-de brilhar
um dia
Pelos Ares (2002)
Adriana Calcanhotto / Antonio Cícero
Não lhe peço nada
Mas se acaso você perguntar
Por você não há o que eu não faça
Guardo inteira em mim
A casa que mandei
Um dia
Pelos ares
E a reconstruo em todos os detalhes
Intactos e implacáveis
Eis aqui
Bicicleta, planta, céu,
Estante cama e eu
Logo estará
Tudo no seu lugar
Eis aqui
Chocolate, gato, chão,
Espelho, luz, calção
No seu lugar
Pra ver você chegar
Actress (AM-FM)
You're stuck at home, standing alone
This time you're choking with your words
Staring your face, faking an end
You act a dream that it's not yours
You pretend and perform, don't you ever stop trying
You were meant to be
You're suppose to be
The most happy girl in this whole world
You're a part of me
Don't you ever be
Far away from me in this whole world
The Gift
Eu cantarei,
quando a manhã abrir as portas do meu esforço,
eu cantarei,
quando o alto-dia me fizer fechar os olhos,
eu cantarei,
quando a noite entrar como a Imperatriz vencida
eu cantarei a Tua Glória e o meu desígnio
eu cantarei
e nas estradas ladeadas por abetos,
nas áleas dos jardins emaranhados
nas esquinas das ruas, nos pátios
das casas-de-guarda,
a Tua Vitória entrará como um som de clarim
e o meu desígnio esperá-la-á sem segundo pensamento.