Hoje, o Espírito Santo, que nos revestiu de homem novo pelo sacramento do Baptismo, lança-nos sem cessar na renovação (conversão e missão), inovação e criatividade. Anima a nossa esperança para não regressarmos ao homem velho. Chama a nossa atenção para quem nos rodeia, descentrando o nosso olhar dos nossos medos e egoísmos. E se faz esta história com cada um de nós, fá-lo também com a Igreja, Corpo Místico de Jesus, revestido do Amor do Pai. É o Espírito Santo, diz o Concílio Vaticano II, “que move a Igreja a abrir caminhos novos para se colocar à cabeça do mundo moderno”.
2007
terça-feira, maio 22, 2007
para não me esquecer do que escrevi (2)
domingo, maio 20, 2007
Dia em grande
Senhor, Tu és Palavra
A Palavra pairou sobre o abismo das trevas
Gritou: "Faça-se a luz e separem-se as águas"
A Palavra soprou e do pó nasce o Homem
P'ra reinar sobre todos os seres da Terra
Palavra criadora
Princípio da História
Que um dia habitará entre nós!
Senhor, Tu és Palavra
Tu és Palavra viva
Que um dia habitará entre nós!
A Palavra abriu ao povo o caminho
Conduziu-o nas noites de dor no deserto
A Palavra apontava a terra prometida
Foi maná, leite e mel do povo faminto
Palavra que liberta
E fonte de esperança
Que um dia habitará entre nós!
Senhor, Tu és Palavra
Tu és Palavra viva
Que um dia habitará entre nós!
A Palavra tocou o seio de Maria:
Finalmente encarnado o Verbo de Deus
O Messias: o corpo e o templo esperados
Que o pecado, a morte e a dor venceria
Em Cristo, a Palavra
É Verbo que encarnou
E veio habitar entre nós!
Senhor, Tu és Palavra
Tu és Palavra viva
Que veio habitar entre nós!
Elisabete Pereira
depois de uma semana de humilhações, de trabalho e de estudo, ontem foi sábado em grande!
um comentário a uma apresentação sobre Questões Éticas nos Estudos Epidemiológicos, do Professor Martins e Silva, presidente da Comissão de Ética da FMUL, que correu bem (apesar de preparado na véspera)
a participação no Festival da Canção Jovem Cristã onde a amora ganhou, com tão poucos ensaios e com uma "diz que é uma espécie de banda"
... e ao chegar o fim do dia só conseguia pensar: quando Deus quer, Deus faz!
sexta-feira, maio 11, 2007
Páscoa, centro da fé (1)
O mistério da fé tem dois momentos de anúncio. Cristo morreu por nós e ressuscitou por nós. Experimentou a morte por nosso amor, mostrou-nos o caminho da obediência filial no sofrimento e que esse caminho não termina no absurdo mas na Vida e Vida em abundância. Esse caminho de confiança no Pai deu-nos um sentido para o sofrimento e ensinou-nos a não ter medo da morte mas do pecado. Como nos diz Catecismo, mencionando a Lumen Gentium, “É para isso que nós somos introduzidos nos mistérios da sua vida […], associados aos seus sofrimentos como o corpo à cabeça, unidos à sua paixão para ser unidos à sua glória” (cf. CIC 793).
Se “só no mistério do Verbo Encarnado se explica o mistério do homem”, só a ressurreição do Verbo “mostra o verdadeiro caminho que leva o homem à sua perfeição” e dá-nos razões para a nossa esperança. O Cordeiro de Deus tira o pecado do mundo e dá-nos a paz. Justificados por Cristo, somos chamados a ser o “homem novo”, a revestirmo-nos de Cristo.
E assim, por Cristo e em Cristo, esclarece-se o enigma da dor e da morte, o qual, fora do Seu Evangelho, nos esmaga. Cristo ressuscitou, destruindo a morte com a própria morte, e deu-nos a vida, para que, tornados filhos no Filho, exclamemos no Espírito: Abba, Pai. (GS 22)
... para não me esquecer do que escrevi...
domingo, maio 06, 2007
frases fotográficas
Henri Cartier-Bresson
quinta-feira, maio 03, 2007
a que faltou
Sprout and the Bean
Joanna Newsom
I slept all day
I woke with distaste
And I railed
And I raved
That the difference between
The sprout and the bean
It is a golden ring
It is a twisted string
And you can ask the counsellor
You can ask the king
And they'll say the same thing
And it's a funny thing
Should we go outside
Should we go outside
Should we break some bread
Are y'interested
And as I said
I slept as though dead
Dreaming seamless dreams
Of lead
When you go away
I am big-boned and fey
In the dust of the day
And in the dirt of the day
And the danger, danger drawing near them was a white coat
And the danger, danger drawing near them was a broad boat
And the water, water running clear beneath a white throat
And the hollow chatter of the talking of the tadpoles
Who know th'outside
Should we go outside
Should we break some bread
Are y'interested