terça-feira, setembro 19, 2006
esta semana
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Senhor nosso Deus,
concedei que este sacramento celeste
nos santifique totalmente a alma e o corpo,
para que não sejamos conduzidos pelos nossos sentimentos
mas pela virtude vivificante do vosso Espírito.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Senhor nosso Deus,
concedei que este sacramento celeste
nos santifique totalmente a alma e o corpo,
para que não sejamos conduzidos pelos nossos sentimentos
mas pela virtude vivificante do vosso Espírito.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
domingo, setembro 10, 2006
surpresa
Numa tarde domingueira antes de atacar o trabalho, fui em busca de um grupo que ouvi no speakeasy em agosto, XL femme, um som que me agradou bastante, num jeito electrónico descontraído.
via sapo, lá percebi a ligação aos Donna Maria. et voilá, gosto muito. :)
fica o blog para me lembrar: http://www.donna-maria.blogspot.com/
e o de letras e músicas para ir ouvindo: http://www.donnamarialetras.blogspot.com/
via sapo, lá percebi a ligação aos Donna Maria. et voilá, gosto muito. :)
fica o blog para me lembrar: http://www.donna-maria.blogspot.com/
e o de letras e músicas para ir ouvindo: http://www.donnamarialetras.blogspot.com/
sexta-feira, agosto 18, 2006
terça-feira, julho 18, 2006
Todos os que caem ou a importância do correio ascendente
http://jn.sapo.pt/2006/01/20/cultura/beckett.html
Ontem
no teatro de almada (velho)
depois do risco de não assistir, lá me sentei descalça num banco mesmo encostada à parede,
casa cheia " à pinha".
Todos os que caem, surpresa que me deixou boqueaberta (e não apenas literalmente), um texto mais acessível de Beckett, numa encenação que a mim, leiga, me pareceu muito bem conseguida.
Gostei!
ficam os apontamentos (sim, tirei notas..):
Mrs Rooney: (interpretada por Maria do Céu Guerra)
Um pouco de amor todos os dias
Um pouco de amor 2x ao dia
Um pouco de amor todos os dias durante 50 anos, 2x ao dia, como se não fosse amor..
(...) farta de mãos ao de leve poisadas em cima dos meus ombros (...)
Miss Feet (?):
na Igreja estou só com o Criador
(justificando-se da sua distração em relação aos que a rodeiam)
ouviu-se o riso previsto dos actores e na sala um riso amargo e irónico, despropositado..
dei comigo a agradecer rezar este salmo, cuja tradução portuguesa é:
(...) nem mesmo a consciência dos nossos erros nos pode fazer bloquear, porque Deus, sendo amor, nos levanta toda vez que caímos, como fazem o pai e a mãe com o seu filhinho. (...)
Salmos 145 (144), 14
Salmo de David.
1Eu te louvarei, meu Deus e meu rei! Quero cantar a força do Teu nome para sempre
Ontem
no teatro de almada (velho)
depois do risco de não assistir, lá me sentei descalça num banco mesmo encostada à parede,
casa cheia " à pinha".
Todos os que caem, surpresa que me deixou boqueaberta (e não apenas literalmente), um texto mais acessível de Beckett, numa encenação que a mim, leiga, me pareceu muito bem conseguida.
Gostei!
ficam os apontamentos (sim, tirei notas..):
Mrs Rooney: (interpretada por Maria do Céu Guerra)
Um pouco de amor todos os dias
Um pouco de amor 2x ao dia
Um pouco de amor todos os dias durante 50 anos, 2x ao dia, como se não fosse amor..
(...) farta de mãos ao de leve poisadas em cima dos meus ombros (...)
Miss Feet (?):
na Igreja estou só com o Criador
(justificando-se da sua distração em relação aos que a rodeiam)
O Senhor ampara todos os que caem e ajuda a erguer todos aqueles que Ele determinou que se curvassem
ouviu-se o riso previsto dos actores e na sala um riso amargo e irónico, despropositado..
dei comigo a agradecer rezar este salmo, cuja tradução portuguesa é:
O Senhor ampara todos os que caem, e levanta os que estão abatidos.fica um excerto de um texto de Chiara Lubich sobre este salmo:
(...) nem mesmo a consciência dos nossos erros nos pode fazer bloquear, porque Deus, sendo amor, nos levanta toda vez que caímos, como fazem o pai e a mãe com o seu filhinho. (...)
Salmos 145 (144), 14
Salmo de David.
1Eu te louvarei, meu Deus e meu rei! Quero cantar a força do Teu nome para sempre
segunda-feira, julho 17, 2006
Domingo
testemunhar..
- casamento : cuidar do amor exige delicadeza como cuidar da limpeza (do pó) de uma casa..
- ordem: quem a Deus tem não precisa de outras compensações..
que o Senhor se digne abençoar
que o Senhor se digne abençoar e santificar
que o Senhor se digne abençoar, santificar e consagrar os seus eleitos
testemunhar alegria? comunhão?
consentir em sentir
- casamento : cuidar do amor exige delicadeza como cuidar da limpeza (do pó) de uma casa..
- ordem: quem a Deus tem não precisa de outras compensações..
que o Senhor se digne abençoar
que o Senhor se digne abençoar e santificar
que o Senhor se digne abençoar, santificar e consagrar os seus eleitos
testemunhar alegria? comunhão?
consentir em sentir
mostra-me Senhor, peço-te ainda outra vez..
sábado, julho 15, 2006
Teatro Azul

Um sítio anónimo, nem mais bonito nem mais feio que outras coisas que conhecemos, à espera de um qualquer acontecimento que, de algum modo, possa articular sentidos, instituindo um ponto de partida para uma organização urbana mais excitante, apreensível e nomeável.
Ao 'variado' programa de um teatro somámos, redundantemente, vários e movimentados acidentes plásticos que constróem no conjunto uma volumetria desejável. Um revestimento em mosaico cerâmico vitrificado, azul claro, "embrulha" obsessivamente todo o edifício de modo a "apertar" e "domar" através da cor, brilho e textura, todos os dispersos e diferentes momentos que um organismo com esta complexidade gera e apresenta. A unidade assim encontrada originou a designação que surgiu, então, quase naturalmente: o Teatro Azul.
A caixa de palco é equipada com uma teia, em toda a sua extensão e é servida por quatro ordens de varadins periféricos; a zona de representação apresenta, numa área de dois terços, "quarteladas" de ligação ao sub-palco, sendo o restante terço preenchido com uma plataforma elevatória também articulável com esse espaço enterrado.
O volume azul, então, recebendo a forma da cidade de onde vem e dando forma à cidade que vem.
Manuel Graça Dias, Teatro azul
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